quarta-feira, 4 de setembro de 2013

A Noite do Perrengue! Release Penélope & Barão Vermelho do Agreste

E ainda dizem que o melhor da festa é esperar por ela... A espera foi boa, mas a festa, essa sim, superou minhas expectativas!

Minha última competição de Aventura foi a Running de 2011. Corri com minha amigona-irmã querida Lulu do Agreste. Fomos de Penélopes. Não me lembro qual foi a colocação, mas lembro que a corrida foi sensacional, como sempre.

A Noite do Perrengue, porém, foi diferente de todas as provas que já fiz. E já foram nove em quatro anos de maluquices.... Foi a primeira vez que naveguei à noite. Além disso,  levei meu companheiro de vida pela primeira vez para uma competição. Sempre tive vontade de convidá-lo, mas achava que ele não ia gostar.

Quando o chamei para essa aventura, fui preparada para ouvir um: "Tá doida, guria! De noite, no mato, sem dormir e sem chimarrão... esqueça!". Fui toda tímida, fazendo aquela cara de "gato do Shrek": - .... Amor.... Sabe o que é.... vai ter uma provinha de aventura assim, assim... É curtinha.... Só 40 km.... Nós já fizemos treinos de bike desse tamanho... só tem um porém.... É de noite.... Vai ter bike, trekking, remo e navegação...Antes que eu terminasse de falar, recebi minha primeira surpresa: Quando vai ser? Onde vai ser? Eu quero sim!!!

Fiquei surpresa e feliz. Fiquei me perguntando porque não tinha feito isso antes!

Daí em diante, fomos treinando juntos. Ele comprou uma bike nova, muito boa por sinal. Tomou aulas de navegação com Lulu, correu, remou, pedalou... Ficou ansioso...Logo percebi que era um Aventureiro do Agreste nato!

Eu, enferrujadíssima, tratei de botar óleo nas catraquinhas e tirar a bunda do sofá! Treinei como nos velhos tempos. Com disciplina e com organização. Afinal, como muitas outras mulheres, sou poli-tarefa: Trabalho, estudo, sou mãe, sou filha, dona de casa e...nas horas vagas.... Penélope do Agreste!

Inscrição feita: "Penélope do Agreste e Barão Vermelho". E essa foi a primeira dupla da equipe dos Aventureiros do Agreste a se inscrever na prova. Lulu tinha um Congresso para ir, mas como a prova mudou de data, ela logo tratou de se inscrever também com seu parceiro de vida e aventuras. Logo a turma se animou e outras duplas apareceram: Marcelo, Tadeu, Manu, Ítalo... Que saudade desse povo!

Fiz e refiz os checklists, tive três sonhos seguidos com a prova. Tive dor de barriga... Vários perrengues antes da prova, problemas nas bikes, demandas do trabalho que reduziram nosso tempo livre.... resfriadinhos, cistites... Enfim... Todos os problemas normais do cotidiano e que temos que enfrentar de todo jeito.

Fora isso, eu me inscrevi na corrida bastante tensa, porque aguardava o resultado de uma biópsia para confirmar ou não um possível câncer de mama. Foi difícil. Achei que essa poderia ser a última prova por um bom tempo, caso o exame confirmasse a doença.  Por isso, desejei muito estar bem para correr. E orei muito também, não só por mim, mas por todas as mulheres que estão enfrentando esse problema tão sério.

Graças a Deus, não será esse o meu caso. Hoje confirmamos o resultado e o carocinho será removido ainda este mês.Aproveito para lembrar a todas que me leêm para que façam seus exames de rotina. É sempre muito melhor prevenir!

Mas, esse perrengue já passou. Voltemos ao Perrengue que interessa!

A Noite do Perrengue foi a primeira experiência do Arnaldo Maciel em organização de provas. Ele contou com o profissionalismo de Gaia e com uma equipe de apoio sensacional. Todos agiram com verdadeiro espírito empreendedor. Conseguiram excelentes patrocínios. A prova foi um primor de organização. Desde a escolha do local até o cuidado com nossa segurança (contamos com equipe profissional de Resgate técnico, ambulância e médico). Ainda tivemos um café da manhã maravilhoso na chegada.

O espaço para os atletas era super confortável. Chegamos cedo e pudemos aproveitar bastante o sofazinho, o restaurante e a belíssima vista do condomínio.

Enfim, o briefing... A breve narrativa de Naru sobre sua experiência na Ecomotion, o suspense de Gaia que não queria entregar os mapas.... A turma num alto astral que eu não via há tempos. Eu me sentia confiante, ao mesmo tempo intrigada.... Navegar de noite... nunca fiz isso... tomara que o mapa esteja fácil....


Quando finalmente entregaram os mapas, foi hora de fazer as marcações direitinho. Sabia que isso seria crítico. Teríamos que contar passos e marcar bem os azimutes. Como tenho pouca habilidade com a bússola, tentei decorar a geografia. É gente, porque quando o azimute não bate, só a geografia salva! Usei muito esse recurso nas provas de orientação da Caatinga Trekkers!

Na largada, meu coração só faltou sair pela boca. Segurei a mão do meu parceiro. Fiz uma prece, ou duas, ou três... Foram muitas ao longo da prova. Contagem regressiva: 10, 9, 8, 7, 6, 5,  4, 3, 2, 1. Simbooooooora cambada!!!!

Saímos todos correndo, como num estouro de boiada. Tentando decorar o mapa, para não ter que parar. Como era de se esperar, nos perdemos logo no primeiro Prisma. Eu queria pegar primeiro os prismas E e o C.  Planejava só pegar o D na volta, já que em nossa estratégia abortamos de cara o A e o B, seguindo a recomendação dos organizadores. Esses dois prismas tinham um grau muito elevado de dificuldade e eu não estava segura da minha navegação.

Acontece que todos os outros atletas planejaram pegar o D primeiro. E eu... entrei de gaiata na estratégia alheia... A gente tinha que entrar na terceira trilha após chegar no estradão, ela nos levaria direto para o prisma E.  No caminho, encontramos o Gustavo Chagas, que estava na função de apoiar.e tirar pequenas dúvidas dos navegadores menos experientes. Tudo dentro do regulamento. Ele ofereceu ajuda e nos indicou a trilha certa.
Andamos mais um pouquinho e logo encontramos uma trilha cheia de gente. Eu não tinha certeza de que era a que o Gustavo indicou, mas, como todos estavam entrando ali, entramos também.. .numa fria.

Rodamos mais de uma hora  e nada de azimute bater. Eu comecei a ficar nervosa e a rezar pra chover prisma..... Vande começava a pensar onde havia amarrado seu jegue......

Enquanto refletia sobre aquele momento, aprendi  lições importantes:
1) O fato de ter muita gente indo em uma determinada direção não quer dizer nada! Pode estar todo mundo errado! Ou, eles podem ter adotado uma estratégia diferente da sua... Ou, eventualmente eles podem até estar certos. Nunca há uma resposta única para essa questão. Não siga a boiada se não estiver certo do que está fazendo! Siga sua intuição, sempre!
2) Se você parte de uma premissa errada, mesmo que faça todo o resto certo, nunca chegará no resultado desejado!
3) Você nunca vai encontrar o que não está procurando, exceto se puder contar com o fator "cagada"!! Recomendo não contar muito com esse fator... A sorte está ao lado de quem se prepara!

Enquanto eu rodava igual peru ao redor do eixo das coordenadas e abcissas e Vande já pensava na fria em que se metera, Marcelo e sua dupla se aproximavam. Esse ser que é só bondade viu meu desespero e entendendo que eu estava atrás do prisma D, me estimulou: Tá certo, Lu! É por aqui mesmo! Ele se referia ao prisma D. E eu, empolgadíssima  atrás do E......

Apesar do estímulo de Marcelo, como o E se recusava a aparecer, tomei a única decisão que um navegador pode fazer nessa hora: Voltar para um ponto conhecido e reiniciar a navegação! Talvez eu até tivesse achado o D.... Ou talvez estivesse tentando sair de lá até agora... O fato é que, após alguma resistência do Vande, que estava disposto a rasgar mato e conquistar o prisma no laço (tchê!), voltamos ao ponto de origem. No estradão, conferimos mais uma vez o mapa e descobrimos finalmente que estávamos na trilha errada. Ainda não percebemos que o D estava por ali..... isso só foi beeeeeeem mais tarde.

Pegamos a próxima entradinha e depois de navegar um pouquinho, lá vem nosso anjo da guarda de novo... Marcelo! Parecia que surgia do nada, quando mais precisávamos dele!!! E aí, qual é o que querem agora?... O "C", respondi eu. Ele não disse exatamente onde estava, só confirmou que estávamos no caminho certo. Ele já vinha voltando de outro prisma e aproveitou pra perguntar: E aí, pegaram o "D"? Eu fiz aquela cara de pastel de feira e disse: Mas, eu não estava procurando o D.... "Caramba, bicho... Vocês estavam pertinho!!!" ..... Xinguei mentalmente a mãe de quem inventou esse tal de azimute e decidi seguir em frente. Afinal, era só o que eu podia fazer.

Dei um espaço para Marcelo passar e continuei navegando. Não gosto de encarneirar nem de passar a impressão de que estou encarneirando. Sei que Marcelo jamais se importaria com isso, mas sou assim mesmo. Acho que se não meter a cara pra dentro do mapa não aprendo o caminho!

Daí em diante, desenrolamos. Ganhamos confiança na navegação e metemos bala: E, C.... Comemos todos com farinha!!! Daí, seguimos nossa estratégia e voltamos para pegar o "D". Só então percebemos o quão perto dele estávamos! Mas, ele não era muito fácil não! Achamos o bendito, mas tivemos dificuldades para voltar. Ele estava fora da trilha em uma área bem emaranhada. Encontramos Lulu no caminho e até navegamos juntos por alguns minutos. Ela seguia o azimute. Nós... o instinto! A essa altura eu já tinha aposentado a bússola...

Lulu começou a rasgar mato, mas nossa intuição dizia que não era por ali. Nesse momento, usamos a lição número 4) Defina sua estratégia e confie nela. Não mude seu caminho se não tiver certeza do que está fazendo!

Decidimos deixar Lulu rasgar o mato dela, afinal, cada um com sua cruz! Vande, agora espertíssimo no conceito "voltar ao ponto de origem", rapidamente se localizou e encontramos o caminho de volta ao estradão. É muito bom ter uma pessoa na equipe que tenha senso de direção, memória fotográfica  e visão noturna. Ele conseguiu guardar de cabeça todos os lugares onde passamos. Isso é muito importante, especialmente em corridas noturnas!

Ainda erramos um pouquinho o caminho de volta e quase batemos o PC-9 antes da hora. Como ele era do trecho de bike, não adiantaria seguir por ali....

Retomamos a rota e daí, foi só voltar para a largada e fazer a primeira transição. De novo, nossa estratégia foi diferente da de todo mundo.

Decidimos atacar os PCs por cima, começando pelo PC-3, seguindo pelo PC-4 e fazendo toda a volta até o PC-8. Não queríamos pegar o PC-Perrengue e por isso achamos que esse caminho era o melhor... Não sei porque todo mundo optou por fazer o caminho contrário.... deve ter algo a ver com as curvas de nível....;)

E toma de subida... teve uma hora que não dava mais pra pedalar.. precisávamos de uma marcha zero... ou talvez -1!!!. O troço era tão íngreme que eu estava quase beijando o chão, empurrando a bike e tentando me equilibrar nas pedras soltas. Eu só ficava pensando se a descida também seria assim....

Achamos os primeiros PCs desse trecho com facilidade. A escala do mapa estava super bem feita e as marcações que fizemos estavam batendo milimetricamente... Só estávamos nos sentindo estranhamente sós... Em dado momento, desconfiada de tanta solitude, pedi ao Vande para verificarmos o mapa mais uma vez. Bastou para ver logo em seguida passar um batalhão de bikes. Vrum, Vrum, Vrum....... Gente indo, gente voltando... Um misto de satisfação por não estar perdido e de frustração por ter perdido aí umas dez posições....

Teve um momento lúdico nessa etapa da prova. Vande pedalava mais adiante e eu vinha atrás equilibrando mapa, bússola e bike.... De repente, vi um negócio enrolado no chão com uma cabecinha se mexendo...Amor... Acho que é uma lesma gigante.... Oxente, amor!!! Não é lesma não... É uma cobra.... Aff Maria!!!!  CLARO que  não parei pra conferir!!! Tratei de pedalar o mais rápido que pude!!

Depois de tanto subir... começaram a aparecer ladeiras descendo... Eu morria de medo de ladeira!!! Como um dos meus objetivos nessa prova era perder esse medo insano, tratei de enfrentá-lo da melhor forma que pude. Logo na primeira, amarelei e desci da bike. Assustada com a ingremez da subida entre o PC-3 e o 4, achei que a descida seria tão ou quão bizarra.... No meio da ladeira, dei-me uns bons petelecos. Isso mesmo! Eu brigo comigo mesma, sempre que acho que mereço! - Toma vergonha, mulher! Todo mundo tá descendo pedalando! Tomei coragem, rezei uns 10 pai-nossos e comecei a descer.... Ai meu Deus, faça essa ladeira acabar logo!!!! Repetia isso, mas não largava o freio.... Uma vozinha interna me dizia: Vai que dá... Veja por onde o pessoal está passando e siga. Não freia demais, senão você cai mesmo! Decidi seguir essa orientação e deu certo. Não caí e não desci mais da bike! O medo deu lugar a prudência. A auto-confiança cresceu.

Ainda não sou uma expert em downhill e acho que isso ainda demora, mas sinto que melhorei muito. Daí em diante desci todas. Segurando no freio da prudência, obviamente. Na próxima, sei que vou descer mais rápido. Mas, também me convenci de que para tudo há que haver bom senso. Existem ladeiras muito técnicas que só bikers experientes vão descer. Não é vergonha nenhuma reconhecer seus limites. Pelo contrário, nossa segurança deve estar sempre em primeiro lugar!

Depois de achar o PC-4 ficamos bastante confiantes! Os outros prismas iam magicamente se jogando na nossa frente...PC-5, PC-6..............PC-8!!! Ué... Cadê o 7?  Até hoje eu me pergunto onde estava a p#$@ do poste!!! Passamos batidos por ele. Achamos prisma, placa, o escabau! Até a entrada pro PC do Perrengue a gente achou! Menos o poste!! Como já estávamos no oitavo PC, achei que não valia a pena voltar. Isso nos roubou algumas posições no ranking, mas tudo bem.

Mais trabalho para achar o PC-9. Como já tínhamos passado por ali no trekking e estávamos errados naquela hora, Vande achou que tínhamos nos perdido novamente. Depois de alguma negociação, decidimos seguir. Dessa vez tudo batia certinho. Bússola, geografia. Tava tudo ali... só faltava o PC.

Depois de ter deixado o PCV-7 escapar eu estava decidida a achar o nove de qualquer jeito. Sabia que estava ali, mas nada de achar. Não é aqui... é .... não é.... Começamos uma discussão entre o mangue e o mar.... Havia uma outra dupla masculina no local e todos estávamos confusos. Como pode esse PC não estar aqui.?.. Está tudo certo! Eu, teimosa como só eu sei ser quando estou certa de que estou certa... começei a racionalizar.... Olha o mapa! O mangue à esquerda, o mar tá ali, o areal tá aqui debaixo do meu pé.... Não é possível!! Só pode ser aqui! Enquanto eu resmungava, descobri com ajuda dos colegas que estávamos todos discutindo do lado esquerdo de um coqueiro... Pois o PC estava lá... todo lindo... do lado direito! Quase nos mordendo.......Fiquei contentíssima e me convenci de uma vez por todas que sei navegar!! Ora pois!

Findos o trecho de bike, hora de encarar o remo. As pilhas das lanternas xing-ling deixaram a gente na mão, mas graças a Deus, o dia já estava amanhecendo quando pegamos os caiaques no PC-10.

Foi um dos momentos mais lindos e emocionantes da prova. Ver o Sol nascer é espiritualizante! Essa visão nos encheu de energia e coragem. Estávamos ainda decidindo se íamos pegar ou não os últimos PCs letra. Faltavam apenas dois. F e J.
Ao chegar no PC-11, logo nos animamos. Era dia claro e o trecho dos prismas era bem curtinho. Uma pessoa da organização perguntou como eu estava. Respondi ofegante... Eu tô ótima!!! Vou agora fazer tudo de novo... de ré!!!! Tal a minha animação!

Vamos ou não pegar as duas letras que faltam?.Nem pensamos duas vezes! Vande num instante achou a trilha. Já estava profissional. Eu cantava as distâncias e ele contava os passos. Em menos de 20 minutos achamos os dois.

Voltamos felizes, de mãos dadas para o caiaque. Parecia até que a prova tinha terminado. Trocamos elogios, beijinhos e abraços até que lembramos... Opa, ainda temos que remar essa lagoa toda de volta... E ainda tem mais trekking até a chegada....

Na volta encontramos vários caiaques ainda fazendo a primeira perna de remo. Ficava feliz cada vez que via alguém, conhecido ou não. Passamos pelas duplas femininas, por Manu e Ítalo, que me ensinou a remar. E mais um monte de gente bacana. Eu sempre soltava uns gritos de estímulo, pois imaginava o quão cansados todos estavam. Nós também estávamos bem cansados. A volta foi mais difícil, porque pegamos o vento contra. Haja braço!!

Quando pensei que os meus braços iam abandonar as escápulas, avistamos o PC-13! Que alegria!!!

Deixamos os caiaques e agora era só correr pro abraço! Mais uma perninha curta de trekking e estávamos de volta. Agora não tinha mais erro! Poderíamos achar a chegada de olhos fechados!

Já no caminho fazíamos o balanço da prova e planejávamos a próxima competição. Tenham certeza, organizadores: Vocês conquistaram muita gente para o esporte! Parabéns a todos!


Eu tinha 5 objetivos nessa prova:
1) Perder o medo de ladeiras - Eu quero voltar lá de dia para ver as ladeiras que desci no escuro! Foi ladeira que não acaba mais!
2) Inserir meu companheiro nas Corridas de Aventura - Ele já quer saber quando será a próxima!
3) Chegar numa posição decente, compatível com meu esforço - Um nono lugar limpo e muito decente! Só não achamos o que não procuramos! Muito satisfeita.
4) Me divertir muiiiiiiiiiiiiiiiiiiito - nem preciso dizer mais nada...
5) Dedicar a prova a todas as mulheres que batalham todos os dias para sobreviver nesse mundo doido, em especial as que lutam contra o câncer de mama. - Objetivo alcançado!

Parabéns, Arnaldo, Gaia e toda a equipe pela belíssima prova. Organizadíssima! Muito bem planejada. Mapa muito bem feito. Astral, apoio, fotos, alimentação, tudo perfeito!

Vanderlei Ern - A gente só conhece mesmo uma pessoa quando faz uma corrida dessas com ela. E sabe de uma coisa? Você me surpreendeu mais uma vez!! Focado, ágil, curtindo cada momento da prova. Navegamos juntos, tomamos as decisões juntos, sofremos os perrengues juntos... Assim foi na Aventura, como já é no nosso cotidiano! Te amo!

E vamos começar logo a treinar pra próxima!!!!

Já quero me inscrever antecipadamente para o Perrengue 2 - a missão!!!!